
ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira
A direção do PT em Minas Gerais emitiu uma nota oficial desmentindo qualquer participação em um manifesto que circulou durante o fim de semana pedindo a demissão do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. O documento, que circulou em grupos de mensagens e redes sociais, continha críticas severas ao ministro, chegando a chamá-lo de "traidor".
No manifesto, os autores se identificavam apenas como "movimentos sociais e apoiadores do Projeto Lula-Pacheco em Minas Gerais e lideranças de partidos de esquerda", sem assinaturas específicas ou identificação clara dos responsáveis pelo conteúdo. A direção estadual do PT foi enfática ao esclarecer que não reconhece nem subscreve o conteúdo da nota de repúdio que circulou sem assinatura.
Em comunicado oficial, o partido declarou: "O Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais vem a público esclarecer que não reconhece e não subscreve o conteúdo de uma nota de repúdio que circula sem assinatura, a qual menciona, de forma indevida, lideranças do nosso partido." O PT-MG classificou o manifesto contra Alexandre Silveira como uma tentativa "oportunista de desestabilizar e desgastar o governo Lula".
A direção do partido destacou que a nota ilegítima questionava a permanência do ministro no cargo por suposta traição ao governo Lula e exigia sua destituição, interpretando tal ação como uma manobra para prejudicar o PT nas eleições deste ano.
Na mesma nota, o PT de Minas Gerais reafirmou que possui instâncias legítimas de direção responsáveis pela formulação política e pela divulgação de posicionamentos oficiais. "Toda e qualquer manifestação pública em nome do partido segue os canais institucionais e é devidamente assinada por sua direção", afirmou o partido em sua manifestação oficial.
