Ataque na capital Washington D.C. provocou lockdown temporário na sede do governo americano e mobilizou polícia e FBI

Dois agentes da Guarda Nacional morrem em tiroteio perto da Casa Branca; suspeito está preso
Dois integrantes da Guarda Nacional dos Estados Unidos morreram após serem atingidos a tiros na tarde desta quarta-feira (26/11) em uma área central de Washington, D.C., nas proximidades da Casa Branca. A informação sobre os óbitos foi confirmada pela agência de notícias AFP, embora a identidade das vítimas ainda não tenha sido divulgada.
O incidente, que ocorreu há instantes, desencadeou uma ampla operação policial. De acordo com a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, um suspeito foi preso pela polícia local, que emitiu um comunicado afirmando que a área agora está segura. “Por favor, juntem-se a mim em oração pelos dois membros da Guarda Nacional que foram baleados há instantes em Washington, D.C.”, escreveu Noem em sua conta no X (antigo Twitter) mais cedo.
Lockdown e suspensão de voos
Como medida de segurança imediata, a Casa Branca foi colocada em lockdown, impedindo temporariamente a entrada e saída do edifício. O aeroporto da capital também teve suas operações suspensas por aproximadamente meia hora devido ao tiroteio.
A resposta ao caso envolve múltiplas agências. O diretor do FBI (Departamento Federal de Investigação), Kash Patel, afirmou que a organização está atuando para investigar o ocorrido. O Departamento de Segurança Interna, conforme declarado pela secretária Noem, também está trabalhando em conjunto com a polícia local para apurar todos os detalhes.
Trump chama suspeito de “animal” e presta solidariedade
O presidente Donald Trump, que se encontra na Flórida, foi informado sobre o incidente pela Casa Branca. “A Casa Branca está ciente e monitorando ativamente essa situação trágica”, disse a porta-voz Karoline Leavitt à imprensa norte-americana. “O presidente já foi informado”.
Em publicações nas redes sociais, Trump classificou o autor dos disparos como “um animal” e afirmou que ele está “gravemente ferido” e “pagará um preço muito alto”. O presidente também prestou solidariedade às forças de segurança.
“Deus abençoe nossa grande Guarda Nacional e todos os nossos militares e policiais. São pessoas verdadeiramente extraordinárias”, declarou. “Como presidente dos Estados Unidos, falo em nome de todos os que integram a Presidência ao dizer: estamos com vocês.”