Operação fecha fábrica clandestina de produtos da WePink, de Virginia Fonseca

A WePink é uma empresa de cosméticos da influenciadora Virginia Fonseca - Foto: Reprodução/Instagram
Polícia Civil prende 13 pessoas em operação contra fábrica clandestina de cosméticos falsificados da marca WePink, em Itaquaquecetuba (SP)
A Polícia Civil prendeu 13 pessoas na última quarta-feira (2) durante uma operação de combate à fabricação e comercialização de cosméticos falsificados da marca WePink, pertencente à influenciadora Virgínia Fonseca.
A ação foi realizada na cidade de Itaquaquecetuba, na região metropolitana de São Paulo, onde funcionava uma fábrica clandestina dedicada à produção ilegal dos produtos.
O imóvel identificado pelos policiais era utilizado para fabricar, manipular, envasar, rotular, armazenar e preparar os cosméticos falsificados para comercialização.
No local, foram encontrados embalagens, recipientes, rótulos, etiquetas, máquinas, equipamentos, insumos e diversos outros materiais empregados na produção irregular.
Todo o material apreendido foi encaminhado para perícia, que deverá verificar a composição, a autenticidade e a procedência dos produtos e dos insumos encontrados no imóvel.
O caso foi registrado como falsificação de produtos terapêuticos ou medicinais e associação criminosa.
O que diz a WePink?
Em publicação nas redes sociais, a WePink confirmou que a Polícia Civil desmantelou a fábrica clandestina responsável pela produção dos itens falsificados.
De acordo com a empresa, os envolvidos copiavam informações, dados de fabricantes, lotes e outras características das mercadorias originais com o objetivo de fazer com que os consumidores acreditassem estar adquirindo produtos autênticos.
A marca também orientou os consumidores a comprar seus produtos exclusivamente por meio dos canais oficiais.
Segundo a WePink, mercadorias adquiridas fora desses canais não oferecem garantia de procedência, autenticidade, condições de produção e armazenamento ou composição adequada.
A empresa reforçou ainda que a aparência da embalagem não é suficiente para atestar a autenticidade de um produto, já que os itens originais são comercializados somente pelos seus canais oficiais.