Moradores da região Oeste de BH estão sem água há 4 dias após obra da Copasa
Moradores do Oeste de BH estão sem água há quatro dias após obra emergencial da Copasa; escolas também cancelam aulas
Moradores da região Oeste de Belo Horizonte enfrentam, há quatro dias, problemas no abastecimento de água após uma obra emergencial realizada pela Copasa. A interrupção começou na noite de sexta-feira (28) e já afeta residências, condomínios e escolas da região.
A situação teve início após o rompimento de uma tubulação no bairro Nova Granada, que exigiu o remanejamento de um trecho de uma adutora de grande porte. A intervenção foi concluída, mas o abastecimento ainda não foi totalmente restabelecido.
A previsão divulgada pela Copasa aponta para a normalização do fornecimento até quinta-feira (3), com possibilidade de interrupções pontuais durante a recuperação do sistema. A expectativa operacional é de que o abastecimento comece a ser regularizado a partir da manhã desta terça-feira (1º).
Enquanto isso, moradores enfrentam sucessivas mudanças nas previsões de retorno da água e precisam lidar com a falta de abastecimento há vários dias. Em um residencial com 64 unidades no bairro Betânia, por exemplo, os moradores foram orientados a economizar água diante da expectativa de que a interrupção ocorresse apenas no domingo (30) e que o fornecimento fosse retomado posteriormente. O corte, porém, aconteceu antes do previsto e o abastecimento ainda não foi normalizado.
A falta de água também provocou impactos na rotina escolar. No IMEI Maria Sales Ferreira, no Betânia, as atividades precisaram ser suspensas nesta terça-feira (1º). A unidade havia solicitado o envio de caminhão-pipa para garantir o atendimento aos alunos, mas o recurso não estava disponível no início da manhã, levando os estudantes a retornar para casa.
A situação também atingiu a Escola Estadual Cecília Meireles, no Barreiro, que cancelou as aulas desta terça-feira (1º). A unidade opera com apenas 20% da capacidade de água e condicionou a retomada das atividades à normalização do abastecimento.
A crise no fornecimento tem provocado transtornos para moradores, famílias e instituições de ensino da região Oeste, que aguardam a regularização do serviço.



