Suspeito de matar brasileira na Irlanda é encontrado morto no mesmo dia do crime

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Judismar Wesley Batista, ex-namorado de Jady Cristine Pereira Rosa, foi encontrado morto no condado de Cork, na Irlanda, no mesmo dia do crime
O homem suspeito de matar a brasileira Jady Cristine Pereira Rosa, em Limerick, na Irlanda, na manhã de sexta-feira (21), foi encontrado morto no condado de Cork na noite do mesmo dia. A informação foi confirmada pela polícia irlandesa, a Garda Síochána. Jady, natural de Sorocaba (SP), morava no exterior há 3 anos. O corpo dela foi encontrado com marcas de violência, e o principal suspeito de ter cometido o crime era seu ex-namorado, com quem mantinha um relacionamento de 15 anos e de quem estaria se separando. O suspeito, identificado pela família de Jady como Judismar Wesley Batista, foi localizado em Blackrock, no condado de Cork, a aproximadamente 100 quilômetros de Limerick.
Em nota oficial, a Garda Síochána informou que "um homem de aproximadamente 30 anos, que era uma pessoa de interesse na linha de investigação do inquérito, foi encontrado morto". A polícia irlandesa afirmou ainda que está investigando todas as circunstâncias relacionadas ao crime de homicídio. O corpo de Jady foi removido da cena do crime e encaminhado ao necrotério do Hospital Universitário de Limerick, onde uma autópsia foi realizada pelo setor de Patologia Estadual. "A Garda Síochána iniciou uma investigação por homicídio. Um policial de Ligação Familiar foi designado para apoiar a família da vítima", completou a nota, informando ainda que uma perícia foi realizada no imóvel. A Embaixada do Brasil em Dublin confirmou ao g1 que está acompanhando o caso e mantém contato permanente com as autoridades irlandesas e com representantes da família de Jady para prestar a devida assistência consular.
A família de Jady segue colaborando com as autoridades para esclarecer as circunstâncias do crime e se dedica a cumprir todos os trâmites necessários para trazer o corpo de volta ao Brasil. Segundo o The Irish Sun, amigos se organizaram em uma campanha virtual para ajudar nas despesas do funeral. O dono do estabelecimento onde Jady trabalhava também concordou em arcar com as despesas do traslado do corpo, embora a família ainda deva enfrentar custos significativos no Brasil. Jady era bacharel em direito e havia trabalhado em uma padaria de Sorocaba antes de se mudar para a Irlanda, onde vivia há 3 anos.