Diarista que matou idosos em BH passa por audiência de custódia nesta sexta

Paola Stefany Neto Cirino foi presa na quarta (1º) suspeita de matar Cláudio Atala Inácio e Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio
Diarista presa por latrocínio de casal de idosos em BH enfrenta audiência de custódia nesta sexta-feira (3)
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) confirmou que a diarista Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, passará por audiência de custódia na tarde desta sexta-feira (3). A sessão foi agendada para as 13h30 e ocorrerá na Central de Audiência de Custódia (CEAC/BH), localizada na Rua Diamantina, no bairro Lagoinha, na Região Noroeste de Belo Horizonte.
Paola Stefany é apontada como a responsável pelo latrocínio que vitimou o advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e sua esposa, Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76 anos. O crime foi cometido no apartamento das vítimas, situado no bairro São Pedro, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.
A diarista foi presa pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) na noite de quarta-feira (1º) em um hotel na cidade de Itabira, na Região Central do estado. Durante a abordagem policial, Paola Stefany confessou a autoria do crime.
Na quinta-feira (2), ela deu entrada no Presídio José Abranches Gonçalves, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde permanece custodiada até a realização da audiência.
Defesa se posiciona sobre o caso
Em vídeo enviado à Itatiaia, o advogado de defesa de Paola Stefany, Bruno Correia, afirmou que as ações da defesa serão apresentadas no momento adequado, ao longo do processo.
"Respeitando os terceiros envolvidos nessa futura ação penal, os familiares e também as vítimas, para que, dessa forma, a defesa possa fazer o seu trabalho da melhor forma possível e garantir que a ampla defesa e o contraditório sejam devidamente respeitados ao longo do processo penal", disse.
O advogado também informou que avaliará a possibilidade de solicitar um exame de insanidade mental da diarista. "Nós faremos um estudo muito responsável e técnico dessa documentação [laudo de saúde mental] para verificar se, ao longo da ação penal, nós formalizaremos algum pedido de insanidade mental da mesma", afirmou Bruno Correia.