Policial civil de 62 anos é assassinado a tiros durante folga em Macapá

Policial civil Manoel Raimundo foi assassinado de folga no bairro Araxá; força-tarefa busca suspeitos
O policial civil Manoel Raimundo Leite dos Santos, de 62 anos, foi assassinado a tiros na tarde do último domingo (26) em uma área de lazer do bairro Araxá, na Zona Sul de Macapá.
A vítima, com mais de 30 anos de carreira na Polícia Civil, trabalhava no município de Calçoene, no interior do Amapá, e estava de folga acompanhada da família no momento do ataque. Manoel Raimundo deixa esposa, filhos e netos.
De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Daniel Marsili, a vítima foi abordada pelos suspeitos durante um momento de lazer. Após o crime, uma força-tarefa foi montada para localizar os responsáveis.
O que se sabe sobre o caso
Manoel Raimundo foi atingido por disparos de arma de fogo enquanto estava em uma área de lazer no bairro Araxá, na Zona Sul de Macapá.
No momento do crime, a vítima estava acompanhada da família e se encontrava de folga, sem qualquer indício de que pudesse ser alvo de uma abordagem.
Após o assassinato, a Polícia Militar e a Polícia Civil isolaram o local para a realização da perícia técnica.
O caso ficará sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios, que conduzirá as investigações.
Equipes foram mobilizadas em força-tarefa para localizar os suspeitos envolvidos no crime.
O que falta esclarecer
A motivação do crime ainda é desconhecida, sem informações sobre o motivo da execução de Manoel Raimundo.
O número de suspeitos envolvidos na ação não foi confirmado pelas autoridades.
Os detalhes sobre como os criminosos chegaram até a vítima não foram divulgados.
A polícia ainda não revelou se há pistas ou imagens que possam auxiliar na identificação dos envolvidos.
Não está claro se o crime tem alguma ligação com a atuação profissional de Manoel Raimundo na Polícia Civil.
As investigações seguem em andamento, com a Delegacia de Homicídios responsável pelo caso e equipes em campo na busca pelos suspeitos.
A Polícia Científica do Amapá também participou das ações no local do crime.
Esta reportagem está em atualização.