Quarto fugitivo do Ceresp Gameleira é recapturado

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Quatro dos sete detentos que fugiram do Ceresp Gameleira foram recapturados; três homens ainda são procurados pelas forças de segurança.
Um quarto detento foi recapturado após a fuga registrada no Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) Gameleira, na região Oeste de Belo Horizonte, na manhã desta segunda-feira (27/7). A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) confirmou a informação durante a tarde. No total, sete presos haviam conseguido escapar da unidade após abrirem um buraco na cela em que estavam.
Segundo a Sejusp, a quarta recaptura foi realizada por policiais penais nas imediações do próprio Ceresp Gameleira. "Informamos que dos sete presos foragidos do Ceresp Gameleira, em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (27), mais um acaba de ser recapturado por policiais penais, Leonardo da Silva. Dessa forma, somam-se quatro fugitivos recapturados, todos nas imediações do Ceresp Gameleira", informou a Sejusp em nota. A fuga ocorreu nas primeiras horas da manhã, mobilizando um cerco policial na região. Três suspeitos foram detidos ainda nas primeiras horas após o ocorrido, e o quarto foi localizado no período da tarde.
Com a atualização, três homens seguem sendo procurados pelas forças de segurança:
- Luiz Fernando Freitas Pereira, o "Bolotinha": estava no Ceresp Gameleira desde 3 de julho de 2026 e possui quatro passagens pelo sistema prisional.
- Saymon Patric Gomes Silva, o "LB": estava na unidade desde 22 de abril de 2026 e acumula duas passagens pelo sistema.
- Bruno Gustavo Gomes da Paixão: também ingressou na unidade em 22 de abril de 2026 e conta com seis passagens registradas.
A Sejusp informou que as forças de segurança "mantêm buscas ininterruptas para localizar os demais fugitivos". Em paralelo, a administração prisional instaurou um procedimento interno para apurar as circunstâncias do ocorrido e as falhas estruturais que permitiram a abertura da fenda na cela. Informações que possam auxiliar nas buscas podem ser repassadas de forma anônima e gratuita pelo Disque Denúncia Unificado (181) ou pelo portal DDU Web.