Tremor de magnitude 1,5 é registrado em cidade mineira

Sete Lagoas - Foto: Jean Victor / Divulgação
Abalo foi monitorado pela Rede Sismográfica Brasileira e pelo Centro de Sismologia da USP na noite de segunda-feira (29/6)
Um tremor de magnitude 1,5 na escala Richter foi registrado em Sete Lagoas, na região Central de Minas Gerais, na noite de segunda-feira (29/6).
O abalo ocorreu às 23h25min16s, no horário de Brasília, de acordo com dados divulgados pela Rede Sismográfica Brasileira (RSBR). O evento foi monitorado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), instituição responsável pela análise dos registros sísmicos no país.
No horário UTC (Tempo Universal Coordenado), utilizado internacionalmente para o monitoramento de abalos, o tremor ocorreu às 2h25min16s da terça-feira (30/6).
Conforme a RSBR, o abalo em Sete Lagoas foi registrado nas coordenadas 19,46° S e 44,27° W, com profundidade de 0 km. Esse valor não indica que o tremor ocorreu na superfície, mas sim que se trata de um sismo raso, em uma faixa de até 10 km, sem dados suficientes para estimar a profundidade exata.
A RSBR também destacou que o horário de origem do evento tem margem de incerteza de aproximadamente 0,8 segundo.
Até o momento, não há informações sobre danos materiais ou relatos de moradores que tenham sentido o tremor em Sete Lagoas.
Novo tremor atinge a Venezuela
Quase cinco dias após o duplo terremoto que deixou um balanço provisório de mais de 1.700 mortos, um forte tremor voltou a atingir Caracas e o estado vizinho de La Guaira na manhã de segunda-feira, na Venezuela.
O abalo foi o mais intenso registrado desde quarta-feira, quando dois terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram em menos de dois minutos.
Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o epicentro do tremor de magnitude 4,6 foi localizado a 27 quilômetros ao norte de Caraballeda, um balneário popular entre os moradores de Caracas.
Horas após a ocorrência, o governo venezuelano atualizou para 1.719 o número de mortos em decorrência dos abalos da semana passada. Ao menos 5.034 pessoas ficaram feridas e outras 50 mil ainda estão desaparecidas.