
Max era pai de Laysa
Max Willer Arruda de Oliveira, de 31 anos, foi assassinado em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em um crime que teria ligação com a "Chacina de Neves", ocorrida em 2024. A vítima era pai de uma das crianças mortas naquele episódio.
De acordo com o Boletim de Ocorrência, os autores dos disparos estavam em um carro preto e seguiram Max pelas ruas. Mesmo tentando escapar e entrando em uma escola para se proteger, ele foi alcançado e atingido pelos atiradores. Socorrido e encaminhado ao Hospital Risoleta Neves, Max não resistiu aos ferimentos e morreu.
Max era pai de Laysa Emanuele Pereira de Oliveira, que tinha 11 anos quando foi morta durante a festa de aniversário de 9 anos do menino Heitor Felipe Moreira de Oliveira, também assassinado naquele episódio. Heitor era sobrinho de Max, o que tornava a "Chacina de Neves" uma tragédia ainda mais próxima para ele.
Familiares de Max indicaram à Polícia Militar um possível autor dos disparos. A irmã da vítima revelou que ele havia dito a ela que, caso fosse morto, os possíveis mandantes seriam Leandro Roberto da Silva, conhecido como "Berola", e Flávio Celso da Silva, o "Alemão". Segundo o relato, Max teria se recusado a testemunhar a favor deles em crimes nos quais estariam envolvidos.
Até o momento, nenhum suspeito foi preso em relação ao assassinato de Max Willer, e o caso segue sob investigação das autoridades.