
Foto: José Cruz/Agência Brasil
A Arrecadação federal atingiu o valor histórico de R$ 777,12 bilhões no primeiro trimestre de 2026, estabelecendo um novo recorde desde o início da série histórica em 1995. Este montante representa um crescimento de 8,95% em comparação ao recorde anterior de R$ 713,29 bilhões, registrado no mesmo período de 2025, conforme dados divulgados pela Receita Federal.
O desempenho excepcional da Arrecadação federal foi consistente durante todo o início do ano, com recordes sendo quebrados em cada um dos três primeiros meses de 2026. Janeiro registrou uma arrecadação de R$ 325,75 bilhões, superando o valor do mesmo mês do ano anterior e estabelecendo um novo recorde para este período. Em fevereiro, a Arrecadação federal alcançou R$ 222,12 bilhões, também ultrapassando o valor recorde que havia sido estabelecido em 2025.
Março fechou o trimestre com R$ 229,25 bilhões arrecadados, completando o ciclo de recordes consecutivos nos três primeiros meses do ano. Além do crescimento nominal expressivo, a Arrecadação federal também apresentou aumento real significativo quando descontada a inflação. Em março, o crescimento nominal foi de 9,34%, representando um aumento real de 4,99% em relação ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) acumulado nos últimos 12 meses.
Para o trimestre completo, o crescimento real foi um pouco menor, mas ainda robusto, atingindo 4,58%. Estes resultados consolidam uma tendência de fortalecimento da arrecadação tributária no país, com todos os recordes anteriores tendo sido estabelecidos no ano passado e agora superados pelos novos valores de 2026. O desempenho recorde da Arrecadação federal no primeiro trimestre de 2026 demonstra uma consistente evolução na capacidade de recolhimento de impostos e contribuições pelo governo federal, estabelecendo novos parâmetros para a série histórica iniciada em 1995.